Ilustração é um recurso bem explorado pelos escritórios americanos, mas ainda engatinha quando o assunto são as comunicações corporativas. 
 

Mas a pergunta é: Quando usar?

Antes de esclarecer esta dúvida, temos que entender o que chamamos exatamente de ilustrações, pois quando utilizamos este termo, nos vem a cabeça os bons e velhos livros ilustrados. Mas no mercado publicitário e dos estúdios de Comunicação, este mundo está inserido em outra ótica. Uma ilustração, diferente do que se possa pensar, não é um desenho e ao dizer isso não me refiro ao estilo ou ao tipo de técnica usada. O desenho é, por assim dizer a matéria-prima da ilustração, que por sua vez foi concebida com alguma mensagem dentro de um contexto pré-definido pelo estúdio.


Entramos agora no assunto abordado aqui, se estamos mesmo utilizando este recurso, ou seja, é um habito comum tanto dos estúdio, como do cliente propor e aceitar este elemento da comunicação? Dá para torná-lo o ponto focal do que estamos tentando dizer?

Alguns seguimentos já fazem isso com maestria, a Ilustração realista, o qual podemos afirmar sem medo de errar, ser um dos recursos mais ostensivos utilizados quando o assunto são rótulos, cartuchos e embalagens de alimento. Dentro deste universo tão vasto, a busca pelo “appetite apppeal” é uma constante. Alguns produtos como bolachas, chocolates, doces, balas e iogurtes praticamente não sobreviveriam sem a técnica do aerógrafo, já que fotos de alimentos costumam, para este caso, não terem a resposta necessária em cores, texturas e sobras. Lembramos que estamos já acostumados a esse padrão, laranjas perfeitas, tomates vivos e saborosos já se tornaram comuns na leitura do consumidor, que muitas vezes acredita ser uma foto real do produto.


Mas será que é somente em alimentos que podemos utilizar, esta arte milenar, e digo milenar, por que antes da fotografia, tudo era retratado com as hábeis tintas destes artistas. Não queremos tirar a importância das produções fotográfica, afinal cada uma delas tem seu espaço, mas neste momento, queremos reavaliar seu uso na busca constante pelo lúdico, pelo real, ou irreal. Quantos de nós não se emocionaram ao ver uma ilustração, simples ou de traços fortes e não sorriu? É a busca por essa emoção que estamos falando. Parece ainda estranho que tantos estúdios se sintam relutantes em propor a seus clientes esta ferramenta tão elegante do design gráfico. Alguns alegam seu alto custo, e acabam recorrendo aos bancos de imagem, o resultado, mesmo para peças de comunicações corporativas, pode ser tornar uma fábrica de bolos, um verdadeiro “Déjà vu”.  


Nossa dica então é: busque o casamento harmônico entre fotos e ilustrações, use, abuse, seja ousado. O mercado busca diferenciais, que as vezes estão tão perto de nós que não os percebemos. Que tal pensar melhor antes de recorrer ao banco de imagem, e simplesmente consultar um bom ilustrador?



Para ficar com água na boca:

http://www.sib.org.br/ 



Chiquito – Estratégia de Marca 





ILUSTRAÇÕES, RECURSOS INFINDÁVEIS PARA SE COMUNICAR 

Muitos estúdio não utilizam o potencial das ilustrações!

Ilustração utilizada na cartilha do professor para o tema desperdício de água no dia-a-dia - Publico Alvo gestores da água.

Ilustração utilizada na no balanço do ICMS São Paulo - Comunicação corporativa.